{"home_page_url":"https:\/\/www.conigepu.com.br\/Soluções","title":"Soluções | Con. Intermunicipal de Cooperação em Gestão Pública","items":[{"id":"6a71b8b59d45a743456569","title":"Resíduos Sólidos","url":"https:\/\/www.conigepu.com.br\/Soluções\/Geral\/Resíduos_Sólidos","content_html":"A gestão eficiente de resíduos sólidos é essencial para minimizar impactos ambientais e promover a sustentabilidade. Atualmente, a média de entrada de resíduos sólidos é de <strong class=\"CM\">56 toneladas por dia (56.000 kg\/dia).  <\/strong><br\/>Dentro desse volume, aproximadamente <strong class=\"CM\">5.600 kg\/dia<\/strong> passam por <strong class=\"CM\">processamento<\/strong>, que inclui triagem e tratamento adequado, visando otimizar o reaproveitamento dos materiais.  <br\/>Com um compromisso constante com a reciclagem, a taxa anual de materiais reciclados corresponde a <strong class=\"CM\">9,92% do total recebido <\/strong>ao longo do ano. <br\/> <br\/>Essa porcentagem reflete o esforço da <strong class=\"CM\">equipe dedicada<\/strong>, que trabalha diariamente para transformar resíduos em recursos, promovendo um ciclo mais sustentável de descarte e reaproveitamento.  <br\/> <br\/>A equipe desempenha um papel fundamental nesse processo, garantindo que cada etapa seja realizada com <strong class=\"CM\">responsabilidade e eficiência<\/strong>. O trabalho conjunto entre tecnologia, mão de obra especializada e conscientização ambiental é essencial para melhorar os índices de reciclagem e reduzir impactos negativos ao meio ambiente.<br\/> <br\/><strong class=\"CM\">Resíduos não recebidos pelo CONIGEPU<\/strong><br\/>- Resíduos produzidos em hospitais, postos de saúde, farmácias e laboratórios (perfilo cortante e contaminado).<br\/>- Resíduos de oficinas e borracharias: pneus, baterias, para - brisas, filtros, embalagens de óleos e graxas etc...<br\/>- Embalagens de agrotóxicos (devem ser destinados aos locais de compra).<br\/>- Pilhas, lâmpadas fluorescentes e baterias de celulares (pois são materiais altamente poluentes).<br\/>- Entulhos: Restos de construções, eletrodomésticos e móveis em geral.<br\/>- Restos de podas de árvores e entulhos de construções.<br\/>- Animais mortos.<br\/>- Todo resíduo sólido qualificado como <strong class=\"CM\">Classe I<\/strong>, ou seja, industrial.<br\/>- Latas de tinta e embalagens de solventes<br\/>- Resíduos de outras recicladoras (particulares)<br\/>","image":"https:\/\/t6.al\/iYgD.svg"},{"id":"6a71b8b59d54d798664183","title":"Central de Triagem","url":"https:\/\/www.conigepu.com.br\/Soluções\/Geral\/Central_de_Triagem","content_html":"A Central de Triagem tem por principal objetivo receber, armazenar e realizar a triagem dos resíduos sólidos urbanos (lixo), provenientes dos municípios consorciados, é composta por pavilhões de alvenaria cobertos e com piso impermeabilizado que correspondem a uma área construída de 2.462,00 m².<br\/>O empreendimento dispõe:<br\/>·        Portão de acesso e placa de identificação;<br\/>·         Balança para o controle de pesagem dos resíduos sólidos;<br\/>·        Área de circulação com calçamento e cascalhada em perfeitas condições de transito mesmo em dias de precipitação pluviométricas;<br\/>·         Pavilhões coberto e com piso impermeabilizado;<br\/>·        01(um) aterro célula 02 encerrado;<br\/>·        01(um) aterro célula 01 em operação;<br\/>Na central de triagem ocorre o depósito dos resíduos sólidos(lixo) que os caminhões depositam na área de recepção. Após os resíduos são encaminhados para as 03(três) esteiras de triagem onde os funcionários (catadores) realizam a separação dos materiais recicláveis, por tipo de material (papéis, plásticos, alumínio, metais, tetra pak, entre outros). Depois deste momento os operários realizam o enfardamento formando fardos dos materiais que ficam depositados em área coberta para posterior realização da venda dos materiais que seguem para a indústria onde vai ocorrer o processo de reciclagem. <br\/>Os resíduos que sobram do processo de separação e que não podem ser reaproveitados na reciclagem, são denominados ?rejeitos?, estes por sua vez são depositados dentro do aterro sanitário. O aterro sanitário é impermeabilizado com base geomembrana, possui sistema de drenagem de chorume e drenagem de gases.<br\/><strong class=\"CM\">IMPORTANTE:<\/strong><br\/><strong class=\"CM\">Cada vez mais é necessário que a população realize a separação dos resíduos sólidos urbanos (lixo) para que o mesmo venha em melhores condições para a central de triagem, ocorrendo um maior aproveitamento dos materiais recicláveis, economizando com isso recursos naturais do planeta.<\/strong>","image":"https:\/\/t6.al\/iYgF.svg"},{"id":"6a71b8b59d56a181362068","title":"Cortinamento Vegetal","url":"https:\/\/www.conigepu.com.br\/Soluções\/Geral\/Cortinamento_Vegetal","content_html":"A Central de Triagem com Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos Urbanos de propriedade do Consórcio Intermunicipal de Cooperação em Gestão Pública, possui uma área de 71.048,98 m² sendo que a mesma é toda cercada e possui no seu entorno uma faixa de Cortinamento Vegetal. Esse cortinamento é formado por exemplares de espécies nativas e exóticas.<br\/> <br\/>A função primordial de equilíbrio ambiental e ecológico proporcionado pelo paisagismo com espécies nativas diversas jamais poderá ser comparado a culturas homogêneas de espécies alienígenas (Lorenzi, 1992). Os benefícios diretos para o ambiente e para os seres vivos de uma forma geral:<br\/>- Abrigar e alimentar a vida silvestre- Os bosques nativos, preservados ou criados pelo homem, abrigam e protegem insetos, pássaros e pequenos animais. Esta proteção garante a diversidade da flora e fauna através da preservação da vida dos agentes polinizadores, dos predadores naturais e das pragas e doenças que pertencem a este mesmo ecossistema.<br\/>- Reduzir o consumo de água- As espécies nativas são mais resistentes e requerem menor quantidade de água em seu desenvolvimento, principalmente quando comparadas com áreas gramadas.<br\/>- Reduzir o consumo de energia- O sombreamento conseguido com as copas das árvores plantadas ou preservadas pode reduzir o consumo dos aparelhos de ar condicionado em até 50% no verão.<br\/>- Reduzir os custos com a manutenção das áreas plantadas- Espécies nativas são mais fáceis de manter. São menos suscetíveis a pragas e doenças do que as exóticas, e requerem menos uso de fertilizantes e agrotóxicos.<br\/>- Recuperar a biologia dos solos- Os vegetais, através de suas raízes, mantêm os solos vivos e úmidos, preservando pequenos insetos e fungos naturais deste ambiente.<br\/>- Diminuir a quantidade de partículas sólidas na atmosfera- O uso planejado das espécies de árvores caducas (aquelas que perdem as folhas no inverno) auxilia na dispersão das partículas sólidas, que se depositam nas suas folhas, renovadas anualmente.<br\/>- Diluir os poluentes gasosos- Quando formados, os maciços vegetais têm uma grande influência na diminuição dos ventos e no aumento da turbulência da massa aérea. Desta forma, ocorre uma maior precipitação de particulados e, consequentemente, uma maior diluição dos poluentes gasosos.<br\/>- Reter a umidade nos solos -Os maciços vegetais absorvem o excesso de água das chuvas que eventualmente escorrem pela superfície dos solos, evitando que se escoem pelos esgotos pluviais. Dessa forma, a água é devolvida à atmosfera pela transpiração das árvores, indo formar novas chuvas.<br\/>- Proteger os solos- As árvores fazem a captação de águas pluviais pelas raízes, amortecem o impacto das chuvas no solo, drenando os terrenos e impedindo a ação da erosão.<br\/>- Filtrar e desintoxicar os solos- As raízes das árvores absorvem e filtram as águas das chuvas contaminadas com resíduos químicos, fertilizantes e agrotóxicos, que escorrem sobre o solo, evitando a contaminação das águas do subsolo. <br\/>- Filtrar a atmosfera -Os vegetais são capazes de sintetizar oxigênio, filtrando os gases da atmosfera. <br\/><br\/>O cortinamento é formado por espécies nativas e exóticas, a seguir:<br\/><br\/> <br\/><table class=\"Di\"><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\"> Espécies Nativas<\/strong><\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">Nome Científico<\/strong><\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">Quantidade<\/strong><\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">1. Araça-amarelo<\/td><td class=\"ey\">Psidium cattleianum<\/td><td class=\"ey\">93<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">2. Aguai<\/td><td class=\"ey\">Chysophyllum gonocarpum<\/td><td class=\"ey\">55<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">3. Ingá-feijão<\/td><td class=\"ey\">Inga marginata<\/td><td class=\"ey\">66<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">4. Pitanga<\/td><td class=\"ey\">Eugenia uniflora<\/td><td class=\"ey\">98<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">5. Guajuvira<\/td><td class=\"ey\">Patagonula americana<\/td><td class=\"ey\">62<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">6. Cedro<\/td><td class=\"ey\">Cedrela fissilis<\/td><td class=\"ey\">90<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">7. Paineira<\/td><td class=\"ey\">Chorisia speciosa<\/td><td class=\"ey\">90<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">8. Sibipiruna<\/td><td class=\"ey\">Caesalpinia pluviosa<\/td><td class=\"ey\">42<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">9. Guabiju<\/td><td class=\"ey\">Myrcianthes pungens<\/td><td class=\"ey\">85<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">10. Romã<\/td><td class=\"ey\">Punica granatum<\/td><td class=\"ey\">35<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">11. Canela guaicá<\/td><td class=\"ey\">Ocotea puberula (Rich). Nees<\/td><td class=\"ey\">15<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">12. Camboatã vermelho<\/td><td class=\"ey\">Cupania emarginata<\/td><td class=\"ey\">83<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">13. Ipê amarelo<\/td><td class=\"ey\">Tabebuia chrysotricha<\/td><td class=\"ey\">80<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">14. Ipê roxo<\/td><td class=\"ey\">impetiginosa<\/td><td class=\"ey\">65<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">15. Timbó<\/td><td class=\"ey\">Ateleia glazioviana<\/td><td class=\"ey\">15<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">16. Angico<\/td><td class=\"ey\">Anadenthera macrocarpa<\/td><td class=\"ey\">70<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">17.Pata-de-vaca<\/td><td class=\"ey\">Bauhinia variegata<\/td><td class=\"ey\">25<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">18. Chal-chal<\/td><td class=\"ey\">Allophylus edulis<\/td><td class=\"ey\">83<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">19. Louro- pardo<\/td><td class=\"ey\">Cordia trichotoma<\/td><td class=\"ey\">45<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">20. Jacarandá mimoso<\/td><td class=\"ey\">jacaranda mimosifolia<\/td><td class=\"ey\">10<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">21. Aroeira salsa<\/td><td class=\"ey\">Schinus molle<\/td><td class=\"ey\">86<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">22. Figueira<\/td><td class=\"ey\">Ficus guaranitica<\/td><td class=\"ey\">02<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">23. Angico-vermelho<\/td><td class=\"ey\">Parapiptadenia rigida<\/td><td class=\"ey\">65<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">24. Araticum<\/td><td class=\"ey\">Rollinia sylvatica<\/td><td class=\"ey\">98<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">25. Aroeira-vermelha<\/td><td class=\"ey\">Shinus terebinthifolius<\/td><td class=\"ey\">80<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">26. Branquilho<\/td><td class=\"ey\">Sebastiania commersoniana<\/td><td class=\"ey\">90<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">27. Canafistula<\/td><td class=\"ey\">Peltophorum dubium<\/td><td class=\"ey\">45<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">28. Canela-do-brejo<\/td><td class=\"ey\">Machaerium stipitatum<\/td><td class=\"ey\">46<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">29. Capororoca miúda<\/td><td class=\"ey\">Rapanea ferruginea<\/td><td class=\"ey\">20<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">30. Cocão<\/td><td class=\"ey\">Erythroxylum deciddum<\/td><td class=\"ey\">65<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">31. Pitiá<\/td><td class=\"ey\">Aspidosperma olivaceum<\/td><td class=\"ey\">37<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">32. Coqueiro jerivá<\/td><td class=\"ey\">Syagrus romanzoffiana<\/td><td class=\"ey\">02<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">33. Caroba<\/td><td class=\"ey\">Jacaranda macrantha<\/td><td class=\"ey\">45<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">34. Rabo-de-bugio-branco<\/td><td class=\"ey\">Lonchocarpus muehlbergianus<\/td><td class=\"ey\">65<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">35. Uvaia<\/td><td class=\"ey\">Eugenia pyriformis<\/td><td class=\"ey\">45<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">36. Guabiroba<\/td><td class=\"ey\">Campomanesia xanthocarpa<\/td><td class=\"ey\">56<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">37. Pessegueiro-bravo<\/td><td class=\"ey\">Prunus myrtifolia<\/td><td class=\"ey\">75<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">38. Cerejeira<\/td><td class=\"ey\">Eugenia involucrata<\/td><td class=\"ey\">60<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">39. Leiteiro<\/td><td class=\"ey\">Sapium glandulosum<\/td><td class=\"ey\">80<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">40. Jabuticaba<\/td><td class=\"ey\">Myrciaria cauliflora<\/td><td class=\"ey\">33<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">41. Cabriúva<\/td><td class=\"ey\">Myrocarpus frondosus<\/td><td class=\"ey\">75<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">42. Açoita-cavalo<\/td><td class=\"ey\">Luehea divaricata<\/td><td class=\"ey\">55<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">43. Fumeiro<\/td><td class=\"ey\">Solanum mauritianum<\/td><td class=\"ey\">45<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">44. Umbuzeiro<\/td><td class=\"ey\">Spondias tuberosa<\/td><td class=\"ey\">62<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">45. Pinheiro-do- Paraná<\/td><td class=\"ey\">Araucária Angustifólia<\/td><td class=\"ey\">12<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">TOTAL<\/strong><\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">2.551<\/strong><\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">Espécies Exóticas<\/strong><br\/> <\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">Nome Científico<\/strong><br\/> <\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">Quantidade<\/strong><br\/> <\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">46. Eucalipito<\/td><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\">1.500<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">47. Uva-do-Japão<\/td><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\">20<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">48. Canelinha<\/td><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\">14<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\">49. Cipreste<\/td><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\">200<\/td><\/tr><tr class=\"Eu\"><td class=\"ey\"> <\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">TOTAL<\/strong><\/td><td class=\"ey\"><strong class=\"CM\">1.734<\/strong><\/td><\/tr><\/table>","image":"https:\/\/t6.al\/jNqU.svg"}]}